Dispositivos portáteis

Muita gente tem pensado em comprar um tablet. Recebo muitos e-mails perguntando de melhores configurações e se realmente vale a pena ao compararmos com as demais alternativas. Fala-se muito de já estarmos em uma era “pós-PC”. Será ?

Os tablets encaixam-se em uma faixa de gadgets entre os smartphones e os netbooks. O sucesso de vendas está muito atrelado ao consumo de conteúdo via Internet.

Se você escolher um telefone com tela bem grande (e já existem modelos com telas de 4,3 e 4,5 polegadas) é possível aproveitar muito bem o aparelho para assistir filmes, ler livros, navegar na Internet  os consumos de mídia tão comuns nos tablets. Ao mesmo tempo, existem tablets de 7″ com serviço celular e conexão bluetooth que podem substituir completamente os celulares.

Se optar por um netbook com tela sensível ao toque e escamoteável, o efeito é similar ao de um tablet, com um pouco mais de peso, de processamento, de espaço em disco, com maior compatibilidade de programas e com menos bateria. Carregar um netbook (ou notebook), mais um tablet e talvez ainda um smartphone não parece uma coisa muito lógica (embora eu conheça pessoas que façam isso).

Ter um tablet como único computador? Não acho que seja a solução para a maioria das pessoas. Ele acaba sendo o segundo ou terceiro aparelho a se ter em casa, ou se carregar na pasta. O celular acaba sendo o tipo de equipamento número 1, pois é um aparelho que (quase) todo mundo acaba carregando todo o tempo.

Para quem tem um desktop e uma rede ser fio em casa, um tablet ou um smartphone são excelentes companheiros para consultar conteúdos, jogar e navegar na Internet. Gastam menos energia que um desktop para este tipo de atividade.

Ao escolher um tablet as principais variáveis são: tamanho da tela (7″, 9″ ou 10″), formato da tela (4:3 ou 16:9), tecnologia da tela (resistiva ou capacitiva), sistema operacional (IOS ou Android), expansão de memória e conexões (USB, HDMI, SD), acessórios (docks, teclado).

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